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02 dez 2019

IBD participa da Semana Internacional do Café e reforça a relevância das certificações no mercado cafeicultor

Os clientes da certificadora fizeram questão de dar pareceres sobre a qualidade do serviço prestado.

Entre os dias 20 e 22 de novembro, houve a Semana Internacional do Café, em Belo Horizonte, e recebeu, em média, 6 mil visitantes por dia. Estiveram na feira representantes de todos os tamanhos e tipos. O IBD, claro, também esteve presente, além de várias marcas importantes como Cambraia, Orfeu e Santa Mônica, clientes da certificadora, que expuseram as novidades e seus cafés de altíssimo nível.

O diretor executivo da empresa, Alexandre Harkaly, comenta que o foco do IBD é trazer para os produtores certificações nacionais e internacionais e apoiar no alcance do mercado externo. Na análise de Alexandre, hoje os produtores de café que não buscam melhorar seus processos e certificações nem são considerados por grandes empresas, como Nestlé, McDonald’s e Starbucks.


IBD marcou presença no stand C16 do evento.(créditos: Marcela Carvalho)

O IBD atesta a qualidade da produção agrícola, atuando, inclusive, em uma das maiores do país: o café. Vale ressaltar que o primeiro produtor atestado pelo IBD, ainda em 1991, foi uma fazenda do grão. De acordo com Alexandre, o cliente ainda o acompanha e, agora, o IBD trabalha ao lado de Ana Carolina Corrêa, tereira geração da Fazendo do Retiro. Na visão da criadora da marca Vidas Gerais, o motivo dessa prestação de serviços duradoura é bem simples: produtos certificados são formas simples de o consumidor contribuir para a preservação do meio ambiente.

Quando a certificação da sua qualidade é assegurada pelo seu cliente:

Mais importante do que escutar de quem trabalha no IBD é saber que seus clientes têm muito a dizer sobre sua empresa.

Crescimento garantido:

De acordo com Arthur Moscofan Jr., consultor do Café Santa Mônica, após 3 anos, a marca cresceu cerca de 30% nos mercados nacional e internacional. “Nós procuramos certificar o nosso café em busca da credibilidade e o IBD tem isso internacionalmente”, conclui Moscofan.

Henrique Cambraia, sócio-diretor do Cambraia Cafés, corrobora sobre a contribuição dos certificados para o crescimento do produtor agrícola. “Posso dizer que, nesses 10 anos com o selo Rainforest, saímos de uma produção em 125 para 940 hectares. Claro que a chancela nos garantiu esse crescimento”, concluiu.

Pequenos produtores no fairtrade:

Juliano Borges, técnico em certificações da Apas Coffee, cooperativa de cafeicultores, a certificação é quase que obrigatória dentro do fairtrade hoje. “Um produtor meu qualificado tem maiores chances de concorrer no mercado do que aquele que não possui uma certificação”, ressalta. A chancela ainda é um tabu, pois, na visão do técnico, muitos produtores acreditam que o investimento na melhoria dos processos de produção é muito alto. Porém, um produtor certificado é mais procurado pelas torrefadoras e grandes conglomerados. “O IBD tem sido grande prestador de serviços dos pequenos produtores que querem crescer no mercado cafeeiro”, atesta Juliano.


O Brasil é o maior produtor e exportador mundial de café orgânico (créditos: Marcela Carvalho)

Somar para crescer:

Lucimar Silva, gestora agrícola do Guima Café, acredita que a certificação representa um estímulo para as fazendas, uma ajuda na gestão. “O IBD vem somar conosco nas partes social e ambiental, não só como auditor, mas como alguém que monitora a construção e a produção de cafés sustentáveis, éticos e responsáveis”, conta a gestora.

Um prestador de serviços indispensável:

Humberto Filho, CEO da Falcafé, fala que o papel do IBD é crucial, pois tem cada vez mais clientes buscando café com a qualidade atestada. “Com bastante transparência e agilidade, a empresa nos auxilia na certificação e se tornou indispensável na forma que queremos atuar hoje no mercado”, acrescenta.

Trabalhando lado a lado:

Otávio Almeida, coordenador de Sustentabilidade do Grupo Montesanto Tavares, fala sobre a experiência com o IBD. O coordenador vê nos auditores o papel de monitoramento e não somente de fiscalizadores, pois todas as demandas convergem para o crescimento sustentável do grupo. Sobre preço de serviço, Almeida analisa que existem inúmeras vantagens em certificar com o IBD. “Posso dizer que o valor que o IBD requer para certificar a produção tem melhor custo-benefício que qualquer outra que já trabalhamos”, confessa Otávio.


O evento contou com degustação dos melhores cafés do país. (crédito: Marcela Carvalho)

Mercado exigente e emergente

De acordo com Alexandre, a certificadora tem muito espaço para crescer no mercado cafeicultor. O Brasil responde por um terço da produção mundial do grão. Por isso, na visão de seu diretor-executivo, tem muito território a ser conquistado, principalmente pela nova cultura de consumo, com clientes cada vez mais exigentes, que querem que suas compras sejam compostas de itens certificados pela qualidade e pela responsabilidade sócio-ambiental em toda sua cadeia produtiva.

Fonte: Assessoria de imprensa